24 mai 2020

‘President komt vanavond met verklaring over voortgang verkiezingen’

De Surinaamse krant De Ware Tijd (dWT) meldt zojuist dat er een kans bestaat dat de verkiezingen morgen worden uitgesteld. Dit zou te maken hebben met een uit de hand gelopen situatie aan de oostgrens met Frans-Guyana, waarbij er mensen illegaal oversteken, meldt de krant zojuist.

Uit NDP-kringen verneemt dWT dat de situatie zorgelijk is en dat op president Desi Bouterse het beroep zal worden gedaan om op de valreep de verkiezingen uit te stellen. Een bron dichtbij de president zei desgevraagd dat dat hoogstwaarschijnlijk ook het geval zal zijn en dat Bouterse later op de dag met een statement komt. 

De Ware Tijd heeft intussen de bevestiging van Limburg. Later meer.

Een aantal dagen gelden ging het gerucht dat de verkiezingen zouden worden uitgesteld al rond op deze site:

Het bericht ‘President komt vanavond met verklaring over voortgang verkiezingen’ verscheen eerst op Waterkant.



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‘President komt vanavond met verklaring over voortgang verkiezingen’

De Surinaamse krant De Ware Tijd (dWT) meldt zojuist dat er een kans bestaat dat de verkiezingen morgen worden uitgesteld. Dit zou te maken hebben met een uit de hand gelopen situatie aan de oostgrens met Frans-Guyana, waarbij er mensen illegaal oversteken, meldt de krant zojuist.

Uit NDP-kringen verneemt dWT dat de situatie zorgelijk is en dat op president Desi Bouterse het beroep zal worden gedaan om op de valreep de verkiezingen uit te stellen. Een bron dichtbij de president zei desgevraagd dat dat hoogstwaarschijnlijk ook het geval zal zijn en dat Bouterse later op de dag met een statement komt. 

De Ware Tijd heeft intussen de bevestiging van Limburg. Later meer.

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21 mai 2020

Le Brésil avec Azul, un retour compromis

Après une première apparition sur le tarmac de Cayenne Félix Eboué à l’été 2015, la compagnie aérienne brésilienne Azul, qui desservait les capitales régionales Belém et Fortaleza au ...

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Guyanees meisje (13) in Suriname al negen dagen vermist

Dit meisje van Guyanese afkomst is al vanaf 12 mei vermist in Suriname. Volgens het Korps Politie Suriname gaat het om de 13-jarige Shaniah Yangapatty, geboren op 29 mei 2006 in Guyana en wonende aan de Commissaris Roblesweg nummer 21 te Paramaribo.

Shaniah is op dinsdag 12 mei 2020 omstreeks 14.00 uur van huis vertrokken met onbekende bestemming. Ze was gekleed in een rode blouse zonder schouder banden en een rode rok. Zij is sedertdien niet huiswaarts gekeerd meldt de Surinaamse politie in een opsporingsbericht.

Opmerkelijk is dat de politie op hetzelfde moment ook een tweede opsporingsbericht heeft uitgebracht, met betrekking tot de opsporing, aanhouding en voorgeleiding van de circa 30-jarige verdachte Soedesh Budernath (foto onder). Hij is ook woonachtig aan de Commissaris Roblesweg en wel op nummer 19. Deze man zou zich schuldig hebben gemaakt aan schaking zoals genoemd in het Surinaams Wetboek van strafrecht.

Schaking is het zonder toestemming wegvoeren van een vrouw, met de bedoeling om met haar te gaan samenwonen of trouwen. Daarbij kan het gaan om een minderjarige vrouw die vrijwillig, maar tegen de zin van haar ouders of voogden wordt meegevoerd.

Het hoofd Bestrijding Zware Criminaliteit verzoekt daarom de opsporing van deze personen. Eenieder die informatie kan verstrekken over de verblijfplaats van deze vermiste wordt verzocht om contact te maken met de politie van station Geyervlijt.

Informatie kan doorgegeven worden op de telefoonnummers 451222; 451677; 453570, de Centrale Meldkamer op 115 of de dichtstbijzijnde politiepost.

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Imigração ilegal de brasileiros reativa casos de Covid-19 no Suriname, diz governo local


Autoridades estão em alerta, após embarcações que saíram de Belém, no Pará, deixarem imigrantes clandestinamente no país e um brasileiro ser diagnosticado com Covid-19. Até então, o Suriname registrava dez casos, sendo nove recuperados e uma morte. Governo do Suriname confirma rota ilegal pelo rio. G1 Pará Embarcações que saem de Belém, no Pará, estão deixando imigrantes brasileiros ilegais no Suriname, durante a pandemia da Covid-19, segundo o governo local. Na última terça (19), autoridades do país vizinho confirmaram a infecção de um brasileiro pelo novo coronavírus. Ele e outros nove brasileiros foram presos, no sábado (16), na base naval de Nieuw Amsterdam, distante 10 quilômetros de Paramaribo, ao tentarem entrar no país sem os devidos procedimentos migratórios. O G1 solicitou informações ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. O caso acendeu sinal de alerta para autoridades de saúde e segurança do Suriname, pois o país registrava, até então, 10 infectados pelo novo coronavírus, sendo nove recuperados e uma morte. O primeiro caso foi confirmado no dia 14 de março. O último foi no dia 31 do mesmo mês, cenário que foi comemorado pelo governo. "Fizemos o melhor possível nas últimas semanas para controlar a situação do Covid-19. Vi muitas pessoas darem uma contribuição positiva para que este momento estivesse acontecendo. Como resultado, estamos em uma situação em que poderíamos dizer: o 'Suriname controlou muito bem a Covid-19'”, disse o presidente Desiré Bouterse, em pronunciamento na televisão, no dia 10 de abril. Situação de pandemia no Brasil gera temor em vizinhos na América do Sul Mais rigorosos, países vizinhos dão exemplo no combate à Covid-19 América Latina e Caribe passam de meio milhão de casos de coronavírus De acordo com diretora de saúde do Suriname, Cleopatra Jessurun, o brasileiro infectado foi isolado e as autoridades investigam a rede de contatos dele e os locais onde esteve nos últimos dias. Jessurun informou que o mapeamento deve ajudar a detectar possíveis novos casos e que os outros nove brasileiros também já estão em quarentena, sendo monitorados por técnicos de saúde. Entre as medidas sanitárias mais rígidas adotadas pelo presidente Bouterse, estão o toque de recolher das 20h às 6h e o fechamento de todas as fronteiras desde o primeiro caso de Covid-19. Segundo o governo do Suriname, há atualmente mais de 570 pessoas sendo monitoradas por técnicos e todos que entraram no país durante a pandemia, incluindo imigrantes ilegais, são alocados em hotéis, onde também recebem alimentação e suporte de saúde. Rota Na última quinta (14), o governo do Suriname já confirmava a existência da rota marítima ilegal feita por brasileiros, que estariam saindo do país, especificamente de Belém, por conta do avanço da Covid-19. O Brasil registrava mais de 270 mil infectados e 18 mil mortes na manhã desta quinta (21). Já em Belém, os números oficiais apontam para mais de 7 mil casos e 772 mortes, sendo a quinta cidade com mais óbitos do país, de acordo com o Mapa do Coronavírus, levantado pelo G1, com dados das secretarias estaduais de saúde. Jerry Slijngaard, do Gerenciamento de Covid-19 no Suriname, confirma rota ilegal de brasileiros. G1 Pará Segundo Jerry Slijngaard, diretor do Centro de Coordenação e Gestão de Desastres e membro da Equipe de Gerenciamento de Covid-19 no Suriname, a rota funciona da seguinte forma: os brasileiros deixam o país em embarcações de pequeno e médio portes e, já no território do Suriname, são atravessados para barcos de pesca, que os deixam em Paramaribo. Ao serem presos, os imigrantes ficam em salas de quarentena, custeadas pelo governo, destinadas originalmente a repatriados, de acordo com Slijngaard. (veja trechos do pronunciamento no vídeo abaixo). Secretário de Defesa do Suriname alerta para entrada de paraenses no país durante pandemia "O que vemos agora é que há quase um êxodo de Belém e as pessoas chegam no meio de outras no Suriname. (...) Já pegamos alguns e estamos analisando a situação. (...) Custa muito dinheiro. Não é economicamente saudável ao país e, portanto, lidaremos com isso de uma maneira diferente", afirmou. Moradores relatam que houve aumento na circulação de pessoas em supermercados, geralmente frequentados por brasileiros. Já outros estabelecimentos acabaram fechando as portas no dia da confirmação do novo caso de Covid-19. Um internauta do G1, que preferiu não ser identificado, afirma que ao menos outras duas embarcações chegaram com mais imigrantes na última terça (19). Estabelecimentos fecharam as portas no país depois da confirmação de um novo caso da Covid-19 G1 Pará "Aqui, alguns mercados já voltaram a fechar as portas, pois tem muita gente, até em horário de pico, enchendo carrinhos, o que não é de costume. Se houver mais casos, vai voltar à loucura novamente", disse. Cidadãos surinameses, por outro lado, usaram as redes sociais para manifestar a indignação com a chegada dos brasileiros ilegais e, ainda, com o tratamento dado pelo governo local. "Agora estão hospedados no Torarica (hotel, em Paramaribo), com o nosso dinheiro arrecadado com os impostos que pagamos. Onde estão nossas autoridades?", disparou. "Por favor, os envie de volta. Entendo que eles estão procurando um lugar seguro, mas não podem entrar no nosso país sem autorização”, afirmou outro. Controle Procurada pela reportagem sobre as medidas de controle à migração ilegal, a Polícia Federal afirmou, por meio de assessoria, que não tem atribuição sobre a saída dos brasileiros, somente aos imigrantes ilegais que chegam ao Brasil. Já a Marinha informa, também pela assessoria, que atua com as inspeções e patrulhas navais e que, em caso de irregularidade, aciona os órgãos competentes. O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Segurança Pública (SEGUP), afirma que "desconhece a relação entre as prisões citadas e a fuga de cidadãos paraenses para o Suriname"; que a "migração de brasileiros sem autorização para outros países é de responsabilidade de órgãos federais" e lembrou que o governo estadual suspendeu voos diretos entre Belém e Paramaribo, como medida de prevenção ao novo coronavírus. A Prefeitura de Belém diz que não tem informações sobre o assunto. Assistência Em nota, a Embaixada do Brasil em Paramaribo diz que está em "permanente contato com as autoridades do Suriname" e que "sempre busca confirmação de situações concretas envolvendo brasileiros a partir de informações transmitidas pelo governo surinamês, pelo Conselho de Cidadãos, pela imprensa, por membros da comunidade brasileira e até mesmo por brasileiros envolvidos em alguma situação sensível, como falecimentos no exterior a detenções por autoridades". Sobre os brasileiros ilegais, o embaixador Laudemar Aguiar afirmou que tomou conhecimento nos últimos dias. "Tomamos conhecimento da detenção de 10 brasileiros que tentaram ingressar ilegalmente de barco no Suriname e que um deles teria sido testado positivo para Covid-19, e que todos foram colocados em quarentena", disse. Já o Consulado do Suriname em Belém afirmou ao G1 que tem conhecimento dos brasileiros ilegais em Paramaribo, porém, não tem autorização para comentar o assunto. Repatriados na pandemia Com o avanço da pandemia no Pará, os voos internacionais ficaram proibidos de pousar em Belém. A Justiça, então, chegou a determinar o cancelamento de um voo com repatriados do Suriname. No entanto, um voo especial fez a repatriação dos 51 brasileiros e um uruguaio. Entre eles, estavam: 21 paraenses, que desembarcaram no Aeroporto Internacional de Belém no dia 31 de março; um uruguaio, que teve entrada no Brasil autorizada pelo Itamaraty por questões de interesse público; treze maranhenses que conseguiram veículos terrestres disponibilizados pelo governo do Pará; e os demais, brasileiros com passagem para voo logo em seguida, além de quatro que tiveram passagem paga pelo governo estadual para as cidades de Chapecó (SC), Petrolina (PE) e Natal (RN). À época, os paraenses foram submetidos à inspeção de saúde por técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Secretaria de Saúde do Pará (Sespa); não tiveram sintomas, segundo a Polícia Federal (PF); e todos assinaram documento se responsabilizando a obedecer a quarentena de 14 dias, conforme a determinação de isolamento social para quem chegasse ao estado. Também foi realizado o procedimento imigratório de 80 cidadãos surinameses que embarcaram no mesmo avião com destino ao seu país de origem. Avião com mais de 50 passageiros vindos do Suriname chega a Belém Initial plugin text

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20 mai 2020

Recém-nascido é abandonado em casa noturna fechada na fronteira do AP com a Guiana Francesa


Casal de garimpeiros encontrou bebê. Polícia apura crime. 'Valentim', como foi chamado no hospital, foi atendido com hiportemia, mas estado de saúde já foi estabilizado. 'Valentim'' foi encontrado ainda com cordão umbilical, em Oiapoque, no Norte do Amapá Polícia Civil/Divulgação Um recém-nascido foi encontrado sozinho na área de uma casa noturna abandonada no município de Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá, no Amapá, na fronteira com a Guiana Francesa. Um casal de garimpeiros ouviu o choro do bebê e o localizou. Ele ainda tinha o cordão umbilical. O caso aconteceu na terça-feira (19). "Valentim", como passou a ser chamado, foi atendido no Hospital Estadual do município, com hipotermia e risco de vida. Na unidade de saúde, a equipe identificou que o menino nasceu com 40 semanas de gestação. O caso é investigado pela Polícia Civil de Oiapoque. Delegado Charles Corrêa, da Delegacia de Polícia de Oiapoque Rede Amazônica/Reprodução De acordo com o delegado Charles Corrêa, responsável pela investigação, o bebê foi encontrado em cima de um bloco de cimento da casa noturna, que segundo o delegado, era um ponto de prostituição. O local foi desativado pela Polícia Civil em 2016. “As equipes se deslocaram para poder fazer a investigação. Não há câmera próximo [do local] para a gente pedir a filmagem. [...] Nós prosseguimos para apurar o abandono de incapaz, ou crime de abandono de recém-nascido, ainda vamos avaliar nossa linha de investigação”, explicou. Bebê foi encontrado em cima de um bloco de concreto numa casa noturna fechada em Oiapoque Polícia Civil/Divulgação A polícia informou que acionou a Secretaria de Saúde de Oiapoque para consultar as grávidas que estavam em pré-natal durante o período, para identificar e localizar a mãe que abandonou o bebê. O delegado acrescentou que os garimpeiros que acharam o recém-nascido pretendem adotá-lo. Em nota, o hospital declarou que o bebê recebeu “todos os cuidados e avaliação da equipe e está bem”. A unidade de saúde informou que começou uma arrecadação de itens de higiene, roupas e fraldas e que a criança será cuidada até receber alta. O Conselho Tutelar foi acionado para serem tomados os devidos procedimentos de tutela para o Estado. Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá

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