21 juil. 2019

Buza betreurt dood Franse militairen nabij Surinaamse grens

Buza betreurt dood Franse militairen nabij Surinaamse grens

Het ministerie van Buitenlandse Zaken (Buza) betreurt het dat eerder deze week drie Franse militairen zijn omgekomen nabij de Surinaamse grens. Dit nadat zij dampen van giftige gassen hadden ingeademd tijdens een operatie tegen illegale goudzoekers en nederzettingen in het gebied.

Het ministerie laat weten dat uit bekomen informatie geconstateerd is dat het incident zich heeft voltrokken in een gebied in het binnenland van Frans-Guyana, ongeveer 40 tot 60 km verwijderd van de grensplaats Maripasula.

Het ministerie wenst voorts kenbaar te maken dat de bespreking met vertegenwoordigers van de Franse Regering over de vaststelling van de grens en de samenwerking ter ontwikkeling van het gebied constructief verlopen en verwacht wordt over niet al te lange tijd tot een voor alle partijen bevredigende oplossing te geraken.



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Buza betreurt dood Franse militairen nabij Surinaamse grens

Buza betreurt dood Franse militairen nabij Surinaamse grens

Het ministerie van Buitenlandse Zaken (Buza) betreurt het dat eerder deze week drie Franse militairen zijn omgekomen nabij de Surinaamse grens. Dit nadat zij dampen van giftige gassen hadden ingeademd tijdens een operatie tegen illegale goudzoekers en nederzettingen in het gebied.

Het ministerie laat weten dat uit bekomen informatie geconstateerd is dat het incident zich heeft voltrokken in een gebied in het binnenland van Frans-Guyana, ongeveer 40 tot 60 km verwijderd van de grensplaats Maripasula.

Het ministerie wenst voorts kenbaar te maken dat de bespreking met vertegenwoordigers van de Franse Regering over de vaststelling van de grens en de samenwerking ter ontwikkeling van het gebied constructief verlopen en verwacht wordt over niet al te lange tijd tot een voor alle partijen bevredigende oplossing te geraken.



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20 juil. 2019

Caravana passa pelo AC e faz abaixo-assinado em defesa da soberania da Amazônia


Caravana percorre estados da Amazônia Legal para alertar sobre Sínodo dos Bispos. Evento, convocado pelo Papa Francisco, deve questionar modelo de desenvolvimento da região. Em caravana, músicos passam pelo AC e fazem abaixo-assinado sobre a soberania da Amazônia Em caravana pelos estados da Amazônia Legal, um grupo de músicos do Instituto Plínio Correia de Oliveira passou pelo Acre, na quarta-feira (17), para fazer um abaixo-assinado alertando a população sobre possível risco à soberania da Amazônia. Conforme um dos encarregados da campanha, Paulo Américo, durante todo o mês de julho, os mais de 40 voluntários vão percorrer os estados da Amazônia. O grupo faz críticas ao tema do Sínodo dos Bispos – evento convocado pelo Papa Francisco – que deve questionar o modelo de desenvolvimento da região. O evento, que vai reunir bispos dos nove países que abrangem a Amazônia, entre os dias 6 e 27 de outubro de 2019, vai debater os principais problemas da região e a presença da igreja Católica junto aos povos amazônicos. “Somos uma entidade civil, de inspiração católica, e temos objetivo de defender a civilização cristã no Brasil. Estamos fazendo uma campanha a respeito do Sínodo da Amazônia. Há notícia de pessoas entre os participantes do sínodo que querem internacionalizar a Amazônia, ou entregar a Amazônia para o controle de ONGs ou instituições internacionais”, disse Américo. O grupo circulou pelo Centro da capital acreana, Rio Branco, falando sobre o tema e pedindo que as pessoas assinassem o abaixo-assinado. Além do Acre, eles passaram por Rondônia, Amazonas e Cuiabá. “Nós estamos fazendo esse abaixo-assinado justamente para mostrar que a população aqui da região da floresta amazônica não quer esse tipo de coisa. A população também rejeita a ideia de que os índios devem ser mantidos na floresta como espécie de zoológico humano”, falou o voluntário. Caravana percorre estados da Amazônia Legal para falar sobre o Sínodo dos Bispos Elenilson Oliveira/Arquivo pessoal O que é o Sínodo dos Bispos? De forma geral, o Sínodo dos Bispos é uma reunião de autoridades da Igreja Católica com o Papa para discutir e propor soluções para um tema específico da Igreja. Foi criado em 1965 por Paulo VI. Em outubro de 2017, Francisco convocou o sínodo sobre a Amazônia. A reunião imediatamente anterior foi sobre jovens e, antes ainda, houve dois encontros sobre a família, por exemplo. Embora seja um evento típico da Igreja, os sínodos tocam em pontos mais abrangentes – cultura, política, economia, problemas sociais, ambientais, etc. Antes da reunião, o Vaticano envia questionários às comunidades e outras instituições envolvidas no tema do sínodo. Também se realizam reuniões "pré-sinodais", em que os fiéis apresentam propostas para o sínodo. Todas essas respostas são resumidas em documentos que servem de base para o encontro. Participam do sínodo membros eleitos pelos bispos de cada país envolvido, autoridades do Vaticano, especialistas no tema e pessoas nomeadas pessoalmente pelo Papa. Ao fim do sínodo, os bispos publicam um documento que orienta a Igreja dali em diante. E o Papa também pode escrever um texto de sua autoria, uma "exortação apostólica pós-sinodal". Caravana percorre estados da Amazônia Legal para falar sobre o Sínodo dos Bispos Elenilson Oliveira/Arquivo pessoal Por que a Amazônia? A ideia do Papa Francisco de convocar uma reunião sobre a Amazônia, segundo o Vaticano, vem das dificuldades de a Igreja atender os povos da região, especialmente os indígenas. "O problema essencial é como reconciliar o direito ao desenvolvimento, inclusive o social e cultural, com a tutela das caraterísticas próprias dos indígenas e dos seus territórios", afirmou Francisco, em fevereiro de 2017. Os países amazônicos são Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. No total, são cerca de 34 milhões de pessoas, dos quais mais de 3 milhões são indígenas de 390 grupos étnicos diferentes. Faltam padres, as distâncias entre as comunidades são longas e a carência de serviços públicos acaba fazendo com que a Igreja assuma papéis de assistência social. O tema do sínodo é "Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral". Porém, o Vaticano afirma também que "o Sínodo Amazônico é um grande projeto eclesial, cívico e ecológico". Portanto, acredita que vá além dos limites da Igreja. Pontos que serão debatidos O documento que orienta a reunião tem também duras críticas a questões que não são internas da Igreja. O texto questiona o atual modelo de desenvolvimento da Amazônia. Entre os pontos a serem debatidos estão: a complexa situação das comunidades indígenas e ribeirinhas, em especial os povos isolados; a exploração internacional dos recursos naturais da Amazônia; a violência, o narcotráfico e a exploração sexual dos povos locais; o extrativismo ilegal e/ou insustentável; o desmatamento, o acesso à água limpa e ameaças à biodiversidade; o aquecimento global e possíveis danos irreversíveis na Amazônia; a conivência de governos com projetos econômicos que prejudicam o meio ambiente. Governo federal também se preocupa Autoridades do governo federal brasileiro também já manifestaram preocupações sobre este Sínodo. O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, admitiu que a interferência de estrangeiros nas questões amazônicas incomoda a administração do presidente Jair Bolsonaro. Em nota publicada em fevereiro, em resposta ao jornal "O Estado de S. Paulo", o GSI admitiu "preocupação funcional com alguns pontos da pauta" do sínodo sobre a Amazônia. "Parte dos temas do referido evento tratam de aspectos que afetam, de certa forma, a soberania nacional", diz a nota.

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Caravana passa pelo AC e faz abaixo-assinado em defesa da soberania da Amazônia


Caravana percorre estados da Amazônia Legal para alertar sobre Sínodo dos Bispos. Evento, convocado pelo Papa Francisco, deve questionar modelo de desenvolvimento da região. Em caravana, músicos passam pelo AC e fazem abaixo-assinado sobre a soberania da Amazônia Em caravana pelos estados da Amazônia Legal, um grupo de músicos do Instituto Plínio Correia de Oliveira passou pelo Acre, na quarta-feira (17), para fazer um abaixo-assinado alertando a população sobre possível risco à soberania da Amazônia. Conforme um dos encarregados da campanha, Paulo Américo, durante todo o mês de julho, os mais de 40 voluntários vão percorrer os estados da Amazônia. O grupo faz críticas ao tema do Sínodo dos Bispos – evento convocado pelo Papa Francisco – que deve questionar o modelo de desenvolvimento da região. O evento, que vai reunir bispos dos nove países que abrangem a Amazônia, entre os dias 6 e 27 de outubro de 2019, vai debater os principais problemas da região e a presença da igreja Católica junto aos povos amazônicos. “Somos uma entidade civil, de inspiração católica, e temos objetivo de defender a civilização cristã no Brasil. Estamos fazendo uma campanha a respeito do Sínodo da Amazônia. Há notícia de pessoas entre os participantes do sínodo que querem internacionalizar a Amazônia, ou entregar a Amazônia para o controle de ONGs ou instituições internacionais”, disse Américo. O grupo circulou pelo Centro da capital acreana, Rio Branco, falando sobre o tema e pedindo que as pessoas assinassem o abaixo-assinado. Além do Acre, eles passaram por Rondônia, Amazonas e Cuiabá. “Nós estamos fazendo esse abaixo-assinado justamente para mostrar que a população aqui da região da floresta amazônica não quer esse tipo de coisa. A população também rejeita a ideia de que os índios devem ser mantidos na floresta como espécie de zoológico humano”, falou o voluntário. Caravana percorre estados da Amazônia Legal para falar sobre o Sínodo dos Bispos Elenilson Oliveira/Arquivo pessoal O que é o Sínodo dos Bispos? De forma geral, o Sínodo dos Bispos é uma reunião de autoridades da Igreja Católica com o Papa para discutir e propor soluções para um tema específico da Igreja. Foi criado em 1965 por Paulo VI. Em outubro de 2017, Francisco convocou o sínodo sobre a Amazônia. A reunião imediatamente anterior foi sobre jovens e, antes ainda, houve dois encontros sobre a família, por exemplo. Embora seja um evento típico da Igreja, os sínodos tocam em pontos mais abrangentes – cultura, política, economia, problemas sociais, ambientais, etc. Antes da reunião, o Vaticano envia questionários às comunidades e outras instituições envolvidas no tema do sínodo. Também se realizam reuniões "pré-sinodais", em que os fiéis apresentam propostas para o sínodo. Todas essas respostas são resumidas em documentos que servem de base para o encontro. Participam do sínodo membros eleitos pelos bispos de cada país envolvido, autoridades do Vaticano, especialistas no tema e pessoas nomeadas pessoalmente pelo Papa. Ao fim do sínodo, os bispos publicam um documento que orienta a Igreja dali em diante. E o Papa também pode escrever um texto de sua autoria, uma "exortação apostólica pós-sinodal". Caravana percorre estados da Amazônia Legal para falar sobre o Sínodo dos Bispos Elenilson Oliveira/Arquivo pessoal Por que a Amazônia? A ideia do Papa Francisco de convocar uma reunião sobre a Amazônia, segundo o Vaticano, vem das dificuldades de a Igreja atender os povos da região, especialmente os indígenas. "O problema essencial é como reconciliar o direito ao desenvolvimento, inclusive o social e cultural, com a tutela das caraterísticas próprias dos indígenas e dos seus territórios", afirmou Francisco, em fevereiro de 2017. Os países amazônicos são Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. No total, são cerca de 34 milhões de pessoas, dos quais mais de 3 milhões são indígenas de 390 grupos étnicos diferentes. Faltam padres, as distâncias entre as comunidades são longas e a carência de serviços públicos acaba fazendo com que a Igreja assuma papéis de assistência social. O tema do sínodo é "Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral". Porém, o Vaticano afirma também que "o Sínodo Amazônico é um grande projeto eclesial, cívico e ecológico". Portanto, acredita que vá além dos limites da Igreja. Pontos que serão debatidos O documento que orienta a reunião tem também duras críticas a questões que não são internas da Igreja. O texto questiona o atual modelo de desenvolvimento da Amazônia. Entre os pontos a serem debatidos estão: a complexa situação das comunidades indígenas e ribeirinhas, em especial os povos isolados; a exploração internacional dos recursos naturais da Amazônia; a violência, o narcotráfico e a exploração sexual dos povos locais; o extrativismo ilegal e/ou insustentável; o desmatamento, o acesso à água limpa e ameaças à biodiversidade; o aquecimento global e possíveis danos irreversíveis na Amazônia; a conivência de governos com projetos econômicos que prejudicam o meio ambiente. Governo federal também se preocupa Autoridades do governo federal brasileiro também já manifestaram preocupações sobre este Sínodo. O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, admitiu que a interferência de estrangeiros nas questões amazônicas incomoda a administração do presidente Jair Bolsonaro. Em nota publicada em fevereiro, em resposta ao jornal "O Estado de S. Paulo", o GSI admitiu "preocupação funcional com alguns pontos da pauta" do sínodo sobre a Amazônia. "Parte dos temas do referido evento tratam de aspectos que afetam, de certa forma, a soberania nacional", diz a nota.

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