19 janv. 2020

Presos em aeroporto de Belém com cocaína ingerida vão responder por tráfico internacional de drogas, diz PF


Exames médicos comprovaram que os quatro suspeitos ingeriram cápsulas com entorpecentes para viajar de SP até Caiena, capital da Guiana Francesa, e depois seguiriam para o destino final, na França, segundo a Polícia Federal. Exames apontam drogas dentro de corpo de suspeitos de tráfico internacional de drogas em Belém. Reprodução / Assessoria Polícia Federal Os quatro homens presos durante voo com escala em Belém neste domingo (19) vão responder por tráfico internacional de drogas. Exames médicos comprovaram que todos ingeriram cápsulas com entorpecentes para viajar de São Paulo com destino a Caiena, capital da Guiana Francesa, e depois seguiriam para o destino final, na França, segundo as investigações da Polícia Federal. Os suspeitos foram abordados por volta das 13h no Aeroporto Internacional de Belém, no bairro de Val-de-Cans. Entre os presos estão dois brasileiros e dois venezuelanos. Um deles estava com drogas nas meias. Um dos presos tinha drogas nas meias, diz PF. Reprodução / Assessoria Polícia Federal A Polícia Federal informou que ainda aguarda resultados de exames da perícia para comprovar qual droga foi ingerida, mas que a principal suspeita é cocaína. O grupo foi levado para um hospital público de Belém para realizar análises. Os resultados apontaram que eles engoliram de 50 a 100 cápsulas, cada um. Os médicos aguardam os entorpecentes serem expelidos pelos presos. Os policiais federais apreenderam celulares e aguardam ordem judicial para analisar o conteúdo dos aparelhos. A PF disse que investiga a participação de um dos presos em uma organização criminosa. A Infraero informou, por telefone, que não vai se manifestar sobre o caso, que é competência da Polícia Federal. PF prende suspeitos de tráfico internacional de drogas no Aeroporto Internacional de Belém. Reprodução / Assessoria Polícia Federal

from G1 https://ift.tt/37glqR6
via IFTTT

Quatro suspeitos de tráfico são flagrados com cocaína ingerida no Aeroporto Internacional de Belém


Outras porções da droga foram encontradas nas peças de roupa do grupo. Exames foram realizados em um hospital público de Belém. Aeroporto Internacional de Belém Gabriela Azevedo/G1 Quatro pessoas foram flagradas pela Polícia Federal no Aeroporto Internacional de Belém neste domingo (19), suspeitas de transportar cocaína dentro do corpo. Outras porções da droga foram encontradas nas peças de roupa dos suspeitos. Os suspeitos seriam dois brasileiros e dois estrangeiros. Segundo informações preliminares, o grupo estaria indo para Caiena, capital da Guiana Francesa. O quarteto foi submetido a exames em um hospital público de Belém. O nome do hospital não foi divulgado. O resultado da ação da PF ainda será divulgado na noite deste domingo, durante entrevista coletiva em Belém. A perícia ainda está realizando análises. A Infraero informou, por telefone, que não vai se manifestar sobre o caso, que é competência da Polícia Federal. Esta matéria está sendo atualizada.

from G1 https://ift.tt/2R8RUH9
via IFTTT

17 janv. 2020

Barco francês coletor de lixo quer atuar nas duas margens do Rio Oiapoque; Marinha analisa no AP


Parlamentares tentam liberação das águas do lado brasileiro. Para haver coleta de lixo no lado brasileiro é necessária autorização da Marinha Jorge Erick/Arquivo G1 Um projeto da prefeitura de Saint-George, município da Guiana Francesa, possibilita o uso da embarcação L’oyapockaise a partir de domingo (19), para coletar lixo de resíduo sólido no no Rio Oiapoque. A administração francesa quer fazer coleta em ambas as margens. Para que o serviço aconteça no lado brasileiro é preciso autorização da Marinha, que avalia as possibilidades. Por isso, representantes das comissões parlamentares de Meio Ambiente e Relações Exteriores, da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap), se reuniram na terça-feira (14) com o comandante da Capitania dos Portos do Amapá, o capitão de fragata Cézar da Silva, para apresentar a proposta. Embarcação francesa poderá coletar lixo duas vezes por semana no Rio Oiapoque Gabinete da Deputada Cristina Almeida/Divulgação Durante o encontro, o capitão conversou com os deputados Cristina Almeida (PSB), Paulo Ramos (PR) e Telma Gurgel (PRP). O comandante declarou que há normas da Marinha para cada situação e que o caso é um "novo desafio". Os deputados afirmaram que o projeto pode trazer diversos benefícios para a preservação do meio ambiente das duas cidades, Oiapoque, que fica a 590 quilômetros de Macapá, e Saint-George, mas para isso é necessária a contrapartida brasileira. A Alap informou que o projeto nascido em 2017 é 80% financiado pelo governo francês e pode funcionar duas vezes por semana, coletando lixo e conscientizando moradores quanto a destinar os resíduos ao local adequado. Os serviços do barco podem se estender por 80 quilômetros do Rio Oiapoque. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.

from G1 https://ift.tt/2NEcPQ6
via IFTTT

Imagens de satélite mostram ilha nas Filipinas antes e depois de erupção vulcânica


Erupção destruiu parcialmente vilas que existiam dentro da ilha onde ficava o vulcão. Água de lago formado pela cratera foi drenada pelo fenômeno. Veja o antes e depois da ilha onde ficava o vulcão Taal após a erupção ocorrida no domingo (12) Fernanda Garrafiel/Arte/G1 e Airbus Defence and Space Imagens de satélite divulgadas pela Airbus mostram a ilha onde fica o vulcão Taal, nas Filipinas, antes e depois da erupção ocorrida no domingo passado (12). Veja a comparação acima. Pelas imagens, dá para ver como as cinzas encobriram praticamente toda a ilha. Construções ficaram parcialmente destruídas, e um caminho que ligava o topo do vulcão a um dos povoados praticamente deixou de existir. Além disso, a erupção drenou a água do Lago da Cratera Principal, informou a chefe da divisão de monitoramento da Instituto de Vulcanologia e Sismologia das Filipinas, Maria Antonia Bornas, ao jornal "The Philippine Star" (leia mais adiante sobre o assunto). Veja abaixo os detalhes do antes e depois da ilha onde ficava o vulcão Taal Detalhes da erupção do vulcão Taal, nas Filipinas Fernanda Garrafiel/Arte/G1 O Instituto de Vulcanologia e Sismologia das Filipinas ainda alerta para novas erupções que podem acontecer no Taal. Segundo boletim oficial publicado às 8h (horário local, 21h em Brasília), uma "erupção explosiva" ainda é possível nas próximas horas e nos próximos dias. Por isso, as autoridades filipinas ainda recomendam a evacuação total da ilha do vulcão e de outras áreas em um raio de 14 quilômetros da cratera principal. Além disso, pilotos devem evitar sobrevoar a região porque ainda há risco de que rochas ou cinzas sejam expelidas. O que aconteceu com a água da cratera? Raio atinge cinzas do vulcão nas Filipinas Ao jornal "The Philippine Star", a especialista Maria Antonia Bornas afirmou que a deformação no solo da cratera drenou a água que formava o lago no centro da ilha. Segundo ela, isso pode ter ocorrido por causa do movimento do magma, que se elevou acima do nível da água durante a erupção do Taal. Ainda segundo ela, a água da cratera pode ter passado para o Lago Taal — ao redor do vulcão de mesmo nome — graças a fendas que se formaram entre os dois reservatórios de água. FOTOS: Veja a galeria de imagens da erupção nas Filipinas Além disso, Bornas, que dirige o principal observatório vulcanológico das Filipinas, credita à erupção a seca parcial do rio Pansipit, que liga o mar ao Lago Taal. Quais satélites fizeram as imagens? Satélite SPOT-7 Airbus Defence and Space As imagens foram registradas por dois satélites da Airbus Defence and Space: o SPOT-7, que fotografou as fotos do antes, em 11 de julho de 2019; e o Pléiades-HR 1A, responsável pelo registro de depois da erupção, em 14 de janeiro de 2020. Veja detalhes abaixo. SPOT-7 — Lançado em 30 de junho de 2014 a partir da Índia, o satélite consegue voar sobre qualquer ponto da Terra dentro de 26 dias e completa 14,19 rotações disso. A órbita do equipamento está a uma altitude de 832 quilômetros. Satélite Pléiades Airbus Defence and Space Pléiades-HR 1A — O satélite é capaz de fornecer dados de cores com resolução de 0,5 metros e pode revisitar qualquer ponto a terra. Isso porque o equipamento cobre um total de 1 milhão de quilômetros quadrados diariamente, o que melhora a definição das imagens. O dispositivo foi lançado em 17 de dezembro de 2011, na base de Kourou, na Guiana Francesa. Erupção nas Filipinas Sobe para 38 mil o número de pessoas desalojadas por causa do vulcão Taal nas Filipinas O vulcão Taal entrou em atividade no domingo, e cerca de 38 mil pessoas foram retiradas de suas casas (veja no vídeo acima). O local fica a 65 quilômetros da capital das Filipinas, Manila, e é considerado um destino turístico para visitantes do país. Trabalhadores cortam galhos caídos em um resort coberto por cinza vulcânica em Talisay, nas Filipinas, nesta terça (14) Eloisa Lopez/Reuters Pela proximidade com o vulcão, escolas e comércios de Manila chegaram a fechar na segunda-feira. Cinzas encobriram diversas localidades próximas à capital, e moradores trabalharam durante dias para retirar o material. Mesmo com os perigos da erupção, casais não perderam a oportunidade de fazer fotos de casamento com as nuvens de cinza do vulcão em cerimônias próximas ao local do fenômeno. Mapa mostra localização do mapa Taal Cido Gonçalves/G1

from G1 https://ift.tt/2FYmZqQ
via IFTTT

14 janv. 2020

EUA elevam alerta de segurança para viagens a cidades-satélites do DF, fronteiras e favelas do Brasil


Essas regiões em específico possuem alerta de nível 4 – o de "não viaje". No geral, o Brasil possui alerta de nível 2 - o que inspira 'maior cuidado' dos turistas. Governo americano cita 'combates entre gangues'. A favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, com UPP instalada no alto Reuters O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou em nível 4 – o de "não viaje" – o alerta para turistas que viajam para determinadas áreas do Brasil, como cidades-satélites do Distrito Federal, fronteiras e favelas. O indicativo de cautela aumentou devido ao aumento do número de crimes no país, justifica o governo americano. Os níveis de classificação vão de 1 a 4. As favelas brasileiras são citadas especificamente no novo relatório. O governo americano diz que os turistas não devem passear pelas comunidades mesmo com visitas guiadas. "Nem as empresas de turismo, nem a polícia podem garantir sua segurança ao entrar nessas comunidades. Além disso, tenha cautela nas áreas próximas a essas comunidades, pois ocasionalmente os combates entre gangues e os confrontos com a polícia ultrapassam os limites", diz o relatório. O indicativo de "não viaje" também abrange as regiões administrativas de Brasília. O departamento de Estado americano cita nominalmente as cidades satélites de Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá. E diz que os turistas não devem frequentá-las entre 6h e 18h, "devido ao crime". O nível 4 também se aplica às fronteiras brasileiras com a Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Guiana, Suriname, Guiana Francesa e Paraguai. São aconselhadas viagens ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu e ao Parque Nacional do Pantanal. Funcionários do governo dos Estados Unidos também só podem visitar esses locais com autorização prévia. Crimes violentos Exceto as áreas determinadas de nível 4 – favelas, fronteiras e cidades-satélites de Brasília –, a nota brasileira, no geral, está no nível 2, o de "maior cuidado". Segundo o relatório, o Brasil registra "crimes violentos, como assassinato, assalto à mão armada e roubo de carros", que são comuns nas áreas urbanas, de dia e à noite. "A atividade de gangues e do crime organizado são generalizadas. E assaltos são comuns. Os funcionários do governo dos EUA são desencorajados a usar ônibus públicos municipais em todas as partes do Brasil devido ao risco elevado de assalto e agressão a qualquer hora do dia e principalmente à noite", diz o texto. Initial plugin text

from G1 https://ift.tt/2FLGUsT
via IFTTT

EUA elevam alerta de segurança para viagens a cidades-satélites do DF, fronteiras e favelas do Brasil


Essas regiões em específico possuem alerta de nível 4 – o de "não viaje". No geral, o Brasil possui alerta de nível 2 - o que inspira 'maior cuidado' dos turistas. Governo americano cita 'combates entre gangues e confrontos com a polícia'. A favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, com UPP instalada no alto Reuters O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou em nível 4 – o de "não viaje" – o alerta para turistas que viajam para determinadas áreas do Brasil, como cidades-satélites do Distrito Federal, fronteiras e favelas. A cautela aumentou devido ao aumento do número de crimes no país, justifica o governo americano. Os níveis de classificação vão de 1 a 4. As favelas brasileiras são citadas especificamente no novo relatório. O governo americano diz que os turistas não devem passear pelas comunidades mesmo com visitas guiadas. "Nem as empresas de turismo, nem a polícia podem garantir sua segurança ao entrar nessas comunidades. Além disso, tenha cautela nas áreas próximas a essas comunidades, pois ocasionalmente os combates entre gangues e os confrontos com a polícia ultrapassam os limites", diz o relatório. O indicativo de "não viaje" também abrange as regiões administrativas de Brasília. O departamento de Estado americano cita nominalmente as cidades satélites de Ceilândia, Santa Maria, São Sebastião e Paranoá. E diz que os turistas não devem frequentá-las entre 6h e 18h, "devido ao crime". O nível 4 também se aplica às fronteiras brasileiras com a Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Guiana, Suriname, Guiana Francesa e Paraguai. São aconselhadas viagens ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu e ao Parque Nacional do Pantanal. Funcionários do governo dos Estados Unidos também só podem visitar esses locais com autorização prévia. Crimes violentos Exceto as áreas determinadas de nível 4 – favelas, fronteiras e cidades-satélites de Brasília –, a nota brasileira, o geral, está no nível 2, o de "maior cuidado". Segundo o relatório, o Brasil registra "crimes violentos, como assassinato, assalto à mão armada e roubo de carros", que são comuns nas áreas urbanas, de dia e à noite. "A atividade de gangues e do crime organizado são generalizadas. E assaltos são comuns. Os funcionários do governo dos EUA são desencorajados a usar ônibus públicos municipais em todas as partes do Brasil devido ao risco elevado de assalto e agressão a qualquer hora do dia e principalmente à noite", diz o texto.

from G1 https://ift.tt/2FLGUsT
via IFTTT
View My Stats